17º Encontro da Confraria dos Bardos

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* Data:

30/04/2013

 

* Presentes:

– André Luís de Macedo Serrano

– Gabriel Vieira

– Andressa Santos Takao

– Eduardo Portela

– Weverton Burquis

– Adriana Rodrigues

– Brendda Neves

– Rodrigo Moreira

– Kelly Souza

– Anaximandro Amorim

 

Não pudemos entrar na Sala do Coral, então fizemos a reunião na entrada do Teatro da Ufes. Sentamos na bancada perto da bilheteria e começamos a conversar. Dentre vários assuntos, Andressa Takao mostrou no jornal A Gazeta – no caderno Pensar – os poemas publicados (em 29/04/2013) de Gabriel Vieira, presente na reunião.

Eduardo Portela lê o poema “soneto da instabilidade”, contido num “panfleto” elaborado por ele mesmo “impressões explícitas e implícitas”. O poema é de autoria própria.

Gabriel Vieira lê a crônica “Um instante, por favor”, de Antonio Rocha Neto, publicado no Caderno Pensar (29/04/2013). Depois lê o poema “Devaneio, de autoria própria, no mesmo Caderno.

Andressa Takao fala sobre o livro “A Rosa do Povo”, de Carlos Drummond de Andrade, e lê o poema “À procura da poesia”, contido no mesmo livro.

Brendda Neves lê um poema de autoria própria “Domingo com minha mãe e Bukowski”.

André Serrano lê poemas do livro “Quando o dia nasce sujo”, de Caê Guimarães. Os poemas são “Cão”, “Receita para se fazer um poema” e “Locomoção”.

Andressa Takao lê os poemas “Um homem com uma dor” e “Razão de ser”, de Paulo Leminski. Depois fala sobre o poeta Sérgio Vaz e lê o poema “Os Miseráveis”, do próprio.

André Serrano lê poemas do livro “Gemagem”, de Marcos Tavares: “Os sete dias” e “Ditado”.

Eduardo Portela e Weverto Burquis sacam seus violões e tocam “Uma canção pra mudar de vida”, “Como disse um rei antigo”, “Evitem pensar no sacrifício” e “Continuai, continuai”, de co-autoria própria. O duo se intitula “Éramos três” e apresenta-se pela primeira vez nesta reunião na Confraria dos Bardos.

Anaximandro Amorim comenta sobre vários assuntos, incluindo o recente lançamento do seu “O Livro de Poemas”.

André Serrano lê o poema “De composições químicas”, no livro “Gemagem”, de Marcos Tavares. E recomenda o livro “Catamaran”, de Leandro Reis.

Rodrigo Moreira lê uma crônica “Ser escritor capixaba hoje”, de Francisco Aurélio Ribeiro, datada de 28/04/2012, no jornal A Tribuna.

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16º ENCONTRO DA CONFRARIA DOS BARDOS

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* Data:

31/03/2013

* Presentes:

– André Luís de Macedo Serrano

– Andressa Santos Takao

– Anaximandro Oliveira Santos Amorim

– Janio Marcio da Silva

– Yan Patrick Brandemburg Siqueira

– Marcéu Rosário Nogueira

 

Relatório

A reunião começou com os membros, sentados em roda, conversando sobre os livros que trouxeram.

Yan começa falando sobre a dinâmica do encontro e lê o poema “Receita para fazer um poema”, do livro “Quando o dia nasce sujo”, de Caê Guimarães.

Andressa lê um poema de Franklin Neto (o qual foi membro da Academia Jovem Espírito-Santense de Letras – AJEL – segundo Anaximandro), intitulado “Laboratório vivo”, no livro “Eus meus”.

Anaximandro comenta sobre o programa “Um dedo de prosa”, disponível no canal da TV assembléia e na internet (www.al.es.gov.br)

Janio se apresenta e fala sobre literatura marginal. Sérgio Vaz. Zine (Des)costrução. Movimentos sociais.

André pergunta sobre o histórico da Academia Espírito-Santense de Letras (AEL). Anaximandro discorre.

Discussão coletiva sobre literatura e escola. Sobre a formação de leitores. Sobre internet e contemporaneidade.

Janio lê um poema de Laureni Luciano, “Eles usam droga”, no livro “O meu mundo”.

Anaximandro lê no “Livro de Poemas”, de autoria própria, o poema “Objeto”. E também “Apologia a Baudelaire”.

André lê trechos do livro “Poesia sem razão de verso”, de ronis vila verde (sic).

Yan fala da experiência de escrever um conto para a disciplina “Laboratório de Criação Literária”, no curso de Letras. Ele trouxe o texto utilizado como inspiração, indicado pelo professor, – “Gesto Inacabado”, de Cecília Salles.

André lê poemas do livro Gemagem, de Marcos Tavares: “Re/Talhos” e “Poetílico”.

Anaximandro lê um poema de Vinícius de Moraes, “De manhã escureço”

Marcéu lê poemas de autoria própria: “Além do espelho” e “Confissões de herovilania”. Os presentes comentam a musicalidade do rap presente nos poemas. E em seguida lê “Elevação poética”.    

16º Encontro de escritores da “Confraria dos Bardos”

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O encontro é livre, contanto que o interessado seja afim de literatura. Cada visitante leva um texto, de autoria ou não, para ser apresentado aos demais presentes. Após cada leitura, abre-se espaço para discussão do texto lido. De modo geral, tudo funciona de maneira dinâmica, como um bate papo.

Na ocasião, apresentamos o grupo e suas propostas, e em seguida passamos a leitura dos respectivos textos. O Encontro tem acontecido na sala do coral da UFES; para quem não sabe onde fica, nos encontraremos no ponto de ônibus principal da universidade às 14:30 e seguiremos juntos para a sala. Este ponto é aquele localizado próximo à entrada da Pedra da Cebola.

Todos estão convidados. Somente uma advertência àquele que ainda não foi a um destes encontros: não espere um grande volume de pessoas, não espere algo extraordinário, não espere homens de preto. Espere um núcleo literário.

Evento no Facebook: http://www.facebook.com/events/435438523197830/