Sarau poético da Confraria dos Bardos

Perfil

Apresentação da Confraria dos Bardos, com música, dança e declamação de poesias de Manuel Bandeira, Charles Bukowski e dos capixabas Marcos Tavares, Paulo Roberto Sodré e Waldo Motta. Haverá uma homenagem ao centenário de Vinícius de Moraes e, com o apoio da Editora Cousa, um sorteio de livros de autores locais.

Lugar: Biblioteca Pública Estadual do Espírito Santo – Av. Joao Batista Parra, 165 – Praia do Suá – Vitória.

Data: 29/10/2013

Horário: 19:00

Entrada Franca.

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1415768775307513/?ref_dashboard_filter=calendar

Confraria 2

Da Gaveta com “Vinicius Fadul”

vinicius

Residente atualmente no município de Marcílio de Noronha, na cidade de Viana, Vinicius Ferreira Fadul não possui crenças teológicas e religiosas, embora seja ficionado pela filosofia de algumas religiões. Entre elas, destacam-se o Budismo, o Hinduísmo e o Cristianismo. Foi conquistado pela filosofia do Sutra de Lotus, das escrituras dos “Upanixades”, das parábolas de Jesus, etc. Seu livro favorito é  “Consciência, a chave pra viver em equilíbrio”, de um sábio mestre Indiano chamado: Osho. Desde Abril de 2012 tem escrito alguns textos: poemas, pensamentos, frases e contos, que podem ser conferidos no site: http://www.escrita.com.br/escrita/leitura.asp?Texto_ID=25001.

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Confira o poema: “A história do homem que venceu a morte“.

Resumo: 
Esta é uma daquelas trovas, que nos fascinam, pelo fato do tema ser agonizante para alguns e educativo para outros, espero que o leitor venha se surpreender em cada linha nesta poesia.
Morte, morte, morte. Por que tão repulsada?
Se você existe para darmos o merecido valor a vida!
Morte. Já que você ainda não veio, saiba agora mesmo que eu darei relevância a existência!
Morte. Quando tu chegaste, venha a mim de forma rápida!Morte, morte, morte. Por que tão repugnada?
Saiba de ante-mão que eu já nem tenho receio da apavorante despedida
A minha real preocupação hoje é se a história foi festiva!
Morte você foi inventada, com o único intuito de nos mostrar a saída!
E esta saída que você aponta é na verdade a entrada
A entrada esta transparente em tua mensagem, que me fará agora executar a atividade de maneira determinadaMorte, morte, morte. Por que tão adversada?
Hoje eu não lhe contrariarei, porque eu sei que tu és uma estratégia divina

Morte, morte, morte. Por que tão recusada ?
Quem deixou uma obra, um dia a conhecera-la?
Minha obra me imortalizara, meu invento me tornara infindável, meu fruto me fara inesquecível, meu trabalho me tornara imperecível e minha criação me eternizará
Morte. Eu lhe venci e hoje nem vejo mais aquela tua placa, que sinalizava a triste, apavorante e agonizante partida

Morte, morte, morte. Porque tu és a mais negada das criações divina?
Morte, saiba que um dia eu serei lembrado, e minha missão finalmente será cumprida
Falecerei e serei lembrado por uma pessoa
E esta será a correta prova, que eu lhe derrotei. Oh morte abominante! E minha vida continuará firmemente erguida
Pelo menos estará fixado na memória de um cidadão respeitado como o Coronel Lisboa
Morte, morte, morte. Por que pra muitos és tão desconhecida?

Morte, eu sei mais que tu, do que tu sabes de mim, por isso saiba agora mesmo que a minha antiga preocupação por ti, foi totalmente apagada
Pois no momento que lhe compreendi, lhe dominei, lhe superei, agora você pode ficar aí aprisionada, serás para sempre minha subordinada
Você traz sentido a vida, leva paixão a vida, da encanto a vida, se tu não existisse banalizaríamos e insignificaríamos a existência
Hoje eu tenho absoluta certeza, que tu ensinas completamente à vida!